Passei o dia todo a arrumar o meu quarto e a organizar os meus papéis quando tropeço numa folha tímida que achava ter perdido. Não tem datas ou nomes de autores, nem sequer um link, apenas o texto. Reli o texto e gostei, por isso, vou partilhar:
"Os humanos evoluem em aspectos pequenos da vida: raça, género, crença... Diferenças que são obviamente obstáculos para a busca da união da humanidade. Nós aceitamos a realidade em que vivemos, o que cheiramos, tocamos, saboreamos, ouvimos e vemos... O que é uma pequena parte de uma consciência maior. As pessoas não aceitam a vida pela sua falta de significado, porque preocupam-se demais com problemas menores. O mundo em que vivemos é uma fracção do que é real, e agrramos nele e o tornamos na coisa mais importante que há. Usamos as nossas mentes para nos preocupar e lutar por detalhes minúsculos. É difícil imaginar o "avançar" a decorrer porque estamos tão infestados com os "eventos importantes" da nossa vida diária. A Humanidade será a destruição da humanidade. Em vez de haver uma união, formando em conjunto uma consciência maior e evoluir, vamos terminar a nossa própria existência. Para apreciar veradeiramente a vida temos que aceitar o seu absurdo (Que, por acaso, não é assim tão mau). Não precisamos de explicar tudo; não temos que ter um sentido para viver. Nesta sociedade nem podemos dizer: "A vida não tem sentido!" sem que alguém pense que somos uns pessimistas à beira de cometer o suicídio. Se as pessoas parassem e olhassem para entre as linhas e questionassem tudo o que leram, talvez pudemos ter uma melhor compreensão da vida, e, talvez, podemos até coexistir como os seres superiores que tanto julgamos ser."
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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