A estática que sai do rádio embala a minha calma.
Consigo ouvi-la baixinho, murmurante,no fundo
Enquanto canto calado.
Os meus pulsos respiram pela primeira vez,
E olho, hipnótico, para o tecto.
O que é aquilo na minha mão?
Consigo sentir a sua forma
Mas é difícil distingui-lo entre morte e paz.
Como pude fazer isto?
Armindo - 27 Fevereiro 2000
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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