(Poema escrito a 27 de Fevereiro de 1998.)
A estática que sai do rádio embala a minha calma.
Consigo ouvi-la baixinho, murmurante, no fundo
Enquanto eu canto calado.
Os meus pulsos respiram pela primeira vez,
e eu fito, hipnótico, o tecto.
O que é aquilo na minha mão?
Consigo sentir a sua forma
mas é difícil distingui-lo entre paz e morte.
Como pude fazer isto?
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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