Não conseguias ser feliz deitado apenas ao meu lado.
Como pudeste desperdiçar o meu conforto, a minha dor?
Estava errado ao deixar-te entrar bem dentro da minha alma.
Estava errado quando disseste que fizeste bem.
Numa mistura e equilíbrio de céu e inferno.
As tuas cicatrizes são as que me fazem sangrar.
Nunca tive a oportunidade de respirar.
Caio mais uma vez neste buraco e abro aquela ferida.
Colocaste-me neste inferno para alimentar a tua doença.
Usar a minha fraqueza ignorando os meus pedidos.
Eu era a vítima perfeita. Sabias que eu era fraco.
Mas precisava da tua droga... por isso confiei nas tuas mentiras.
E se eu tirasse esta faca das minhas costas e a cravasse nas tuas.
O que sentes quando a viro?
Como te sentes quando a cravo ainda mais funda?
Será que deixas de respirar o ar que eu podia respirar?
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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