Uma tarde ao sol. Sem fazer nada. Sem pensar em nada. Apenas eu, deitado na relva fresca, ao sol. Como me soube bem. Como me fez recarregar as baterias semi-gastas. Um perfeito dia de infância: sem horários, sem preocupações, sem pensamentos.
Uma tarde certamente a repetir. Talvez já amanhã...
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

1 comentário:
E depois de amanhã.E depois e depois. Todos os dias. Sempre.
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