22.8.07

Querida mãe

Eu nem consigo começar a imaginar o que seria a minha vida sem ti, que me tens apoiado sempre incondicionalmente. Enfrentaste tudo e todos por mim (e continuas a fazê-lo) e sempre sem pedir algo em troca. Sempre que me chamas de 'filhinho' o meu coração enche-se de tal maneira de felicidade que sinto que vou rebentar em milhões de pedacinhos. Quando dizes teres orgulho na pessoa que me tornei aquela lágrima que tento conter é o sinal da minha gratidão por ti. Tu, que sempre viste a pessoa que sou de forma honesta e sincera. Todas as palavras de graditão e amor do mundo, de todas as línguas não chegam para demonstrar o amor que tenho por ti, mãe. Nunca me viste como homossexual, foi sempre como filho. Nos meus insucessos nunca me reprimiste, mas sempre me apoiaste e me deste ânimo. Nas minha rupturas, nunca me atiraste nada à cara. Sempre me deste apoio (com aquela dose exagerada de humor, tipicamente teu) e segurança. Se não fosse pelo teu apoio nas horas mais difíceis da minha vida, eu certamente não estaria aqui. E é por isso que eu, mãe, me sinto sempre tão pequenino ao teu lado. Porque és grandiosa. E eu, como já me disseste imensas vezes, serei sempre o 'teu' bebé ao teu lado.

Eu seria ninguém sem ti, mãe.
Obrigado.
Amo-te com todas as forças do meu ser.
Obrigado por estares ao meu lado... incondicionalmente.

(Como eu ando lamechas hoje... ai!)

1 comentário:

Catarina disse...

??????????????? Tu estás bem?

 

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