de Michel Gondry.
Joel Barish (Jim Carrey) é um homem tímido e inibido cuja vida não tem um pingo de interesse; Clementine Kruczynski (Kate Winslet) é uma mulher extrovertida e impulsiva que tem como lema o carpe diem. Os dois conhecem-se e apesar da clara discrepância de feitios a paixão nasce entre eles; tudo corre bem até ao dia em que se dá ruptura e é então que Clementine, num acesso de raiva e descontrolo emocional, decide apagar da sua memória Joel recorrendo à ajuda do doutor Howard Mierzwiak (Tom Wilkinson) da empresa Lacuna. Quando toma conhecimento deste facto, um destroçado Joel resolve em jeito de “vingança” fazer o mesmo que Clementine, na esperança de arranjar solução para o problema. No entanto Joel arrepende-se a meio do processo wipe out ao aperceber-se de que os únicos e verdadeiros instantes de felicidade foram passados ao lado da sua cara-metade, iniciando assim uma luta non stop contra o tempo e as suas recordações.
Umas vezes mágico, outras vezes estranho, Eternal Sunshine of the Spotless Mind pontua nos diálogos entre Joel e Clementine (as interrogações que existem acerca da função que a memória assume no desenrolar da nossa vida e a ligação que estabelecemos com o mundo exterior, a possibilidade de podermos repetir uma experiência e vivê-la de forma diferente e o relacionamento amoroso entre duas pessoas com personalidades completamente antagónicas são a chave de grande parte do sucesso que o filme alcançou).
- in Movies Universe.
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

2 comentários:
Este filme, no brasil, teve a tradução literal do título, que eu acho lindíssimo: "Brilho eterno de uma mente sem lembranças".
Sou fã ardoroso de Charlie Kaufman.
Seu blog é bem giro.
Eu não suporto o Jim Carey mas adorei este filme. É exceente e dá muito que pensar.
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