É como me tenho sentido ultimamente... como se tivesse numa paragem de autocarro e que o meu nunca mais chega. Vejo amigos, conhecidos e estranhos a subirem para os autocarros que vão chegando e o meu tarda. As pessoas chegam e, quando as vou conhecendo, partem no seu autocarro. E eu fico sentado na paragem, esperando o meu.
Há preocupação, indignação, tristeza, falta de esperança e sentido de abandono. Mas, curiosamente, sei que o meu autocarro vem. Apenas não sei quando.
A vida tem destas analogias.
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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