Juntas os teus pensamentos
De formigas de fogo sobre cubos de gelo,
Tendo ataques cardíacos de espuma
Nesse quarto negro
Onde o nada carrega o teu nome...
Olhas para as tuas pernas enrugadas
Que pulsam sem que saibas
E impedem que te relaxes,
Roubando a tua felicidade.
Um amor descartado.
Um segredo revelado.
E és ignorado por essas formigas obreiras
Que silenciosamente aliviam a tua dor,
Realizando o teu propósito egoísta.
A tua alma quebra-se
“Não a amavas!”
A tua essência rasga-se
“Acho que a amava”
As palavras já não te tocam.
És o derradeiro poeta.
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

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