Sábado. Cerca da 1 da manhã e sem nada para fazer. A noite apresentava-se como uma potencial noite secante que se iria arrastar até às quinhentas. Ele recebe uma mensagem de convite para sair. Aceita. Calça os seus ténis [porque em Lisboa diz-se ténis... eu estou habituado à expressão sapatilhas. (o que me faz lembrar que um dia irei escrever um post sobre os diferentes termos e nomes das coisas em Portugal... Mas isso agora não interessa nada)] com algum esforço porque ele deu um jeito à perna esquerda e veste um casaco. Sai. Espera uns minutos e chega o carro dele. Ele entra. As conversas continuam a ser semi formais, simpáticos, o suficiente para (quase) esquecer que o dia de trabalho. Decidem dar um pulo na Festa da Diversidade, na Praça do Comércio. A caminho dispara um flash. Ficam confusos porque não sabem se é radar e, se for, se é do carro dele ou do taxista que seguia ao lado. Chegam mesmo no fim da festa. Ainda está animada mas já se nota que está a terminar. Há tantas garrafas de cerveja no chão que, todas juntas, fariam um tapete que cobriria qualquer sala média. Decidem ir para o Casino de Lisboa, uma vez que um deles desconhecia o local. Foram. Chegaram, viram a exposição de caricaturas e sentaram-se no Arena Lounge. Depois dos pedidos ele sente algo estranho, como se alguém estivesse a abanar a perna no chão, estremecendo com tudo. Comenta o facto. E eis que ele responde que é porque o chão vai rodando... E, não é que roda mesmo!? E pensa o que nunca lá esteve que aquilo é fashion e chique... Conversa após conversa, o dia acabou por ser esquecido, a dor na perna passou e ele deitou-se calmo e sereno.
Foi uma noite muito bem passada!
Fim do blog
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Devido a recentes actividades ilícitas de certas pessoas da Internet, sou
forçado a terminar este blog e a retirar todos os meus poemas da net.
Se há coisa...
Há 15 anos

1 comentário:
Concordo! E tu não viste foi os WC! =P
LOL
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